Durante a 6ª edição da Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada em Aracruz, Espírito Santo, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, ressaltou a importância dos saberes tradicionais e populares na preservação ambiental. O evento, que ocorreu de 19 a 24 de setembro, focou na justiça climática e reuniu diversos representantes de comunidades tradicionais.
Encontro Focado na Justiça Climática
O evento em Aracruz teve como tema central a justiça climática, abordando a necessidade de preservar a biodiversidade através dos conhecimentos passados de geração em geração. A programação extensa permitiu que representantes de povos indígenas, comunidades quilombolas, ribeirinhas e periféricas se reunissem para discutir estratégias de mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.
Importância dos Saberes Tradicionais
Margareth Menezes destacou a relevância dos conhecimentos tradicionais como forma de vida sustentável. Ela apontou que, além das inúmeras formas já conhecidas de destruição da natureza, existem práticas ancestrais que visam a preservação e devem ser valorizadas.
Cultura como Ferramenta de Transformação
Em entrevista, a ministra ressaltou que investir em cultura é investir em transformação social. Segundo ela, a cultura tem o potencial de qualificar e emancipar indivíduos, promovendo a geração de emprego e renda. Para Margareth, a cultura é feita por pessoas e representa um meio poderoso de mudança.
Conclusão
O encontro em Aracruz evidenciou a importância de integrar saberes tradicionais na busca por soluções climáticas e ressaltou o papel da cultura como uma ferramenta essencial para a transformação social e econômica. A ministra Margareth Menezes destacou que o fortalecimento da cultura pode contribuir significativamente para a preservação ambiental e para a justiça climática.
