O setor de locação de veículos no Brasil registrou um crescimento significativo no último ano, com a frota nacional de automóveis aumentando 6,2%. No entanto, o estado do Rio de Janeiro se destacou com um aumento impressionante de 17% na frota destinada à locação, conforme dados da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (ABLA), apresentados em 14 de maio.
Crescimento da Frota no Rio de Janeiro
No início de 2024, as locadoras do Rio de Janeiro possuíam 11.229 veículos. Em um ano, esse número saltou para 13.138 automóveis. Essa expansão notável reflete a tendência crescente do setor no estado, conforme apontado por Daniel Bittencourt, diretor da ABLA no Rio.
Perfil da Frota de Locação
Os veículos das locadoras brasileiras são predominantemente compostos por carros pequenos, que representam 35,9% do total. No Rio de Janeiro, esse padrão se reflete com os hatches liderando 25,7% da frota, seguidos pelas SUVs, que correspondem a 15,1%.
Marcas Predominantes e Distribuição das Locadoras
A Fiat é a marca com maior presença nas locadoras fluminenses, compondo 25,7% da frota. A Volkswagen e a Chevrolet seguem com 19,5% e 16,6%, respectivamente. O estado abriga 2.491 empresas de locação, das quais 1.920 são especializadas em automóveis, enquanto 541 alugam outros tipos de veículos, como caminhões e motos.
Demanda e Aquisições de Veículos
Cerca de 60% dos veículos das locadoras no Rio de Janeiro são destinados a empresas, órgãos públicos e serviços de assinatura. Os 40% restantes atendem ao turismo e motoristas de aplicativos. No último ano, as locadoras fluminenses adquiriram 3.678 novos carros, com a Chevrolet liderando as vendas para o setor, seguida de perto pela Volkswagen e Fiat, ambas com 24,1%.
Conclusão
O aumento expressivo na frota de veículos de locação no Rio de Janeiro demonstra a robustez e o potencial de crescimento do setor no estado. Com uma demanda diversificada e aquisições significativas, as locadoras continuam a desempenhar um papel crucial na mobilidade urbana e no apoio a diversos segmentos econômicos.
Fonte: https://diariodorio.com
