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Menina de oito anos pede ajuda em escola após ser estuprada pelo próprio pai, em Caxias do Sul

Caso reforça a importância do acolhimento e da proteção por parte de profissionais que atuam em instituições frequentadas por crianças

Por Gervásio do POA 24h em 15/11/2022 às 09:49:38

Uma criança de oito anos pediu ajuda em uma escola de Caxias do Sul após ter sido estuprada pelo próprio pai. O abuso foi descoberto no final da manhã de quarta-feira (9), quando a estudante começou a chorar e dizer que não queria voltar para casa. O Conselho Tutelar e a Polícia Civil foram acionados. O suspeito não havia sido preso até a publicação desta reportagem.

O estupro teria ocorrido na tarde do dia anterior. No relato, a menina contou que dizia não querer a relação, mas o pai a agrediu e continuou. O homem ameaçou a criança e disse que faria novamente no dia seguinte, por isso a estudante não quis deixar a escola. A suspeita é que os abusos aconteciam desde o ano passado.

O Conselho Tutelar foi acionado e, quando a conselheira Marjorie Sasset realizava o atendimento, o pai da menina apareceu na escola. A Brigada Militar (BM) foi acionada, mas o homem fugiu antes da chegada dos policiais.

A situação foi atendida pela Patrulha Escolar da BM. Os policiais militares foram até a residência do suspeito, mas ele não foi encontrado. A conselheira tutelar e a diretora da escola acompanharam a menina até o hospital, onde ela fez exames, perícias e conversou com uma psicóloga do Apoiar.

O Conselho Tutelar foi acionado e, quando a conselheira Marjorie Sasset realizava o atendimento, o pai da menina apareceu na escola. A Brigada Militar (BM) foi acionada, mas o homem fugiu antes da chegada dos policiais.

A situação foi atendida pela Patrulha Escolar da BM. Os policiais militares foram até a residência do suspeito, mas ele não foi encontrado. A conselheira tutelar e a diretora da escola acompanharam a menina até o hospital, onde ela fez exames, perícias e conversou com uma psicóloga do Apoiar.

Macrorregião Norte (telefone 3227-7150). Comunidades da zona sul podem buscar atendimento no Conselho Tutelar Macrorregião Sul (telefone 3216-5500)

:: Disque 100: o serviço atende 24 horas, recebe, analisa e encaminha denúncias.

:: Brigada Militar: a corporação também pode ser acionada por meio do telefone 190.

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Tia Carmen
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