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Vítimas de ataque a tiros que deixou dois adolescentes mortos e um ferido já foram identificadas em Novo Hamburgo

Crime aconteceu nas proximidades de um ponto de venda de drogas em NH

Por Ge do Poa em 19/09/2022 às 14:11:50

O atentado feito por criminosos a tiros em um bar, pouco antes das 20h de domingo (18), no bairro Santo Afonso, em Novo Hamburgo, deixou dois adolescentes mortos e um ferido. O crime aconteceu no momento em que havia cerca de 10 pessoas no local.

Dois adolescentes morreram. Um terceiro jovem segue hospitalizado. A Polícia Civil ainda não sabe quem são os dois atiradores, mas destaca que a motivação — ainda sem detalhes — está ligada ao tráfico de drogas. O caso é semelhante a outros dois ataques a bares em Porto Alegre, no início do mês, e que envolveu dois grupos rivais que também agem na região do vale dos sinos.

O Departamento de Homicídios ainda tenta saber se o fato tem ligação com a guerra de facções que ocorre na Região Metropolitana, que já deixou 29 pessoas mortas desde final de junho, mas que se estendeu para outras regiões. Uma delas é Novo Hamburgo, que registrouvárias pessoas mortas e feridas, e também no Litoral Norte.

De acordo com a ocorrência policial, o adolescente que morreu no local foi identificado como Felipe Angeli de Jesus, 16 anos. A maioria das pessoas que estavam no bar permanecia no entorno de uma mesa de sinuca. Outro adolescente de 15 anos levou um tiro e, ao cair no chão, um dos atiradores foi até ele e deu vários disparos.

Christian Rogério Godoy dos Santos morreu no hospital. Outro adolescente de 13 anos, também baleado, segue internado no hospital. A polícia está ouvindo testemunhas e analisando imagens de câmeras de segurança para tentar identificar os suspeitos.

De acordo com uma das imagens, do próprio bar, dois homens chegaram ao local a pé e dispararam várias vezes contra as pessoas. Eles fugiram de bicicletas do local. A motivação ligada ao tráfico de drogas é pelo fato de que um ponto de venda dedrogas funciona nas imediações do bar.

O delegado Cassiano Cabral, do Departamento de Homicídios, diz que ainda é cedo afirmar que o ataque tem ligação com a guerra de facções, mas destaca que provavelmente está inserido nesse contexto investigado pelas forças de segurança. Ele ressalta que os agentes tentam saber se o fato envolve dois grupos ou integrantes de uma mesma facção devido a acerto de contas.

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