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Secretaria da Saúde confirma 20 casos da varíola dos macacos no RS

Por Editor em 05/08/2022 às 17:51:25
São sete mulheres e 13 homens. Porto Alegre é a cidade que reúne o maior número de registros. Partícula do vírus da varíola dos macacos; OMS detectou cerca de 80 casos em 12 países

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O Rio Grande do Sul chegou nesta sexta-feira (5) a 20 casos de varíola dos macacos (monkeypox) confirmados. Conforme a Secretaria Estadual da Saúde (SES), do total, são sete mulheres e 13 homens.

O primeiro caso da doença no estado foi registrado no dia 12 de junho. Na ocasião, era o terceiro caso do país. O Brasil já registrou uma morte em razão da varíola dos macacos.

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Casos confirmados por município:

Canoas: 2

Caxias do Sul: 2

Esteio: 1

Garibaldi: 1

Igrejinha: 1

Novo Hamburgo: 1

Passo Fundo: 1

Porto Alegre: 5

São Marcos: 1

Uruguaiana: 1

Viamão: 3

Residente de fora do Estado 1

Prevenção ao contágio

A nota técnica da Secretaria de Saúde ainda orienta que profissionais da saúde evitem contágio entre si. A recomendação da pasta é de que sejam implementadas medidas de prevenção e controle de infecção nas unidades de saúde.

"Os serviços de saúde devem elaborar, disponibilizar de forma escrita e manter disponíveis, normas e rotinas dos procedimentos envolvidos na assistência aos casos suspeitos ou confirmados de Monkeypox", diz o comunicado. Portanto, as unidades devem informar.

Fluxo dos pacientes dentro do serviço de saúde

Procedimento de colocação e retirada de equipamento de proteção individual (EPI)

Procedimento de remoção e processamento de roupas, artigos e produtos usados na assistência

Rotinas de limpeza e desinfecção de superfícies

Rotinas para remoção dos resíduos

Rotina de transporte dos pacientes

O que é a varíola dos macacos?

A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada.

A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

Por contato com o vírus – com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.

De pessoa para pessoa – pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.

Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;

Da mãe para o feto através da placenta;

Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;

Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

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