Após a trágica morte de Déborah Belanda Ortolani e Luis Antonio Ortolani em um acidente aéreo, seus quatro filhos decidiram honrar a memória dos pais, mantendo viva a Feira de Ibitinga, que eles idealizaram. O evento acontecerá em Porto Alegre a partir desta sexta-feira (17), reunindo expositores e produtos diversos.
Um Legado de Empreendedorismo
Déborah e Luis Antonio eram naturais de Ibitinga (SP), cidade conhecida como a Capital Nacional do Bordado. Depois de anos trabalhando na cidade, o casal mudou-se para Xangri-lá, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, onde continuaram a expandir seus negócios, especialmente em Capão da Canoa.
A Feira de Ibitinga: Tradição e Inovação
Inspirada na tradicional Feira do Bordado de Ibitinga, a feira organizada pelo casal Ortolani tornou-se uma das maiores feiras de enxovais da América Latina, trazendo produtos do segmento têxtil, como vestuário e artigos de cama, mesa e banho, para diversas cidades do Rio Grande do Sul.
Continuidade e Expansão
Determinados a seguir o legado dos pais, Fábio, Fabrício, Felipe e Guilherme Ortolani decidiram dar continuidade à feira. Em Porto Alegre, o evento promete ser um atrativo para quem busca qualidade e economia em compras, com uma variedade de produtos, incluindo moda íntima, acessórios e calçados.
O Trágico Acidente
O acidente que vitimou o casal Ortolani ocorreu em 3 de abril, quando um avião de pequeno porte caiu sobre um restaurante em Capão da Canoa. Além do casal, o piloto Nelio Pessanha e o sócio da empresa de aviação, Renan Saes, também perderam a vida.
Circunstâncias do Acidente
Segundo as investigações, a aeronave teria colidido com um poste próximo ao final da pista de decolagem antes de atingir o restaurante, que estava fechado no momento do impacto. Apesar da gravidade, não houve feridos nas residências vizinhas.
Conclusão
A decisão dos filhos de Déborah e Luis Antonio Ortolani em seguir com a Feira de Ibitinga representa não apenas uma homenagem aos pais, mas também um compromisso com o legado de empreendedorismo e inovação que eles deixaram. A feira continua a ser um símbolo de tradição e resiliência, contribuindo para o comércio local e honrando a história da família Ortolani.
Fonte: https://g1.globo.com
