Quarta, 12 de Agosto de 2020
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Saúde Saúde Pública

A RADIAÇÃO DA TECNOLOGIA 5G E O MAL À SAÚDE

Mais de 50 torres de telefonia são vandalizadas no Reino Unido por conta de teoria da conspiração sobre coronavírus.

19/04/2020 14h18 Atualizada há 4 meses
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Por: Redação
A RADIAÇÃO DA TECNOLOGIA 5G E O MAL À SAÚDE

Antenas 5G e o Coronavírus - Razão que fez os britânicos vandalizarem 50 antenas.

Por conta de uma teoria da conspiração que correlaciona redes de telefonia 5G com a disseminação do novo coronavírus, o Reino Unido registrou estragos em vários aparelhos no país desde o início do mês.

Apenas no último fim de semana, segundo as empresas Vodafone, EE e BT, mais de 50 antenas foram vandalizadas.

O boato disseminado nas redes sociais afirma que países onde não há a tecnologia 5G não registram casos significativos da doença, o que é falso. Irã e Malásia, por exemplo, que não oferecem o serviço, também já registraram casos de Covid-19.

No último fim de semana, segundo a EE, 22 antenas da empresa foram vandalizadas. Nem todos os ataques causaram danos, mas até casas tiveram que ser evacuadas para garantir que não havia riscos para a população. Segundo a EE, a maioria das torres nem ao menos suporta a tecnologia 5G. O CEO da Vodafone, Nick Jeffrey, disse em um post no LinkedIn que 20 mastros foram danificados, incluindo aqueles que fornecem conectividade a um hospital em Birmingham. O CEO da BT, Philip Jansen, disse que 11 torres foram destruídas ou danificadas por incêndio criminoso, e 39 engenheiros foram abusados verbalmente ou agredidos fisicamente recentemente.

Trecho de matéria publicada no Jornal Extra Digital - em 17/04/2020

Fato é que alguns dos sintomas dessa radiação,relatados, podem incluir sensação de falta de aterramento/tontura, dores de cabeça, dor de estômago ou náusea leve. 

Ansiedade, insônia, depressão, TDAH são todos sintomas neurológicos.
A interrupção dos sinais nervosos e sua substituição por ondas de radiofreqüência também podem causar coisas como a síndrome do intestino irritável e todas essas "novas doenças" que surgiram nos últimos 10 ou 20 anos.

As frequências mais baixas têm comprimentos de onda mais longos que penetram profundamente. 
As frequências mais altas têm comprimentos de onda mais curtos que não penetram profundamente.
Antes de entrarmos em detalhes sobre o 5G e o coronavírus , vamos primeiro falar sobre como você pode se proteger dessas ondas de radiofreqüência, microondas e milímetros.

Não tente usar metal, exceto em aplicações e circunstâncias limitadas. Você pode inadvertidamente configurar uma ressonância de cavidade usando metal, gerar campos muito fortes e piorar as coisas.

Há também um campo de 7,83 Hz que existe em todo o universo.

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A quinta geração de internet móvel, 5G, que entrou em operação recentemente em algumas cidades do Reino Unido, tem gerado questionamentos sobre eventuais riscos da radiação à saúde. 

A nova tecnologia - que funciona desde abril na Coreia do Sul e em algumas partes dos Estados Unidos - ainda está em fase de testes no Brasil, onde deve estar disponível por volta de 2023.

Mas será que essas preocupações em relação à saúde têm fundamento?

O que tem de diferente no 5G?

Assim como as tecnologias móveis anteriores, as redes 5G dependem de sinais transportados por ondas de rádio - parte do espectro eletromagnético - transmitidas entre uma antena e o seu telefone celular. 

Estamos cercados o tempo todo de radiação eletromagnética - provenientes de sinais de rádio e televisão, assim como de uma série de tecnologias, incluindo smartphones, e de fontes naturais, como a luz solar.

O 5G usa ondas de frequência mais altas do que as redes móveis anteriores, permitindo que mais dispositivos tenham acesso à internet ao mesmo tempo e numa velocidade mais rápida.

Essas ondas percorrem distâncias mais curtas pelos espaços urbanos, de modo que as redes 5G exigem mais antenas transmissoras do que as tecnologias anteriores, posicionadas mais perto do nível do solo.

Quais são as preocupações?

A radiação eletromagnética usada por todas as tecnologias de telefonia móvel levou algumas pessoas a se preocuparem com o eventual aumento dos riscos à saúde, incluindo certos tipos de câncer.

Em 2014, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que "não foi constatado nenhum efeito adverso à saúde causado pelo uso de telefones celulares".

No entanto, a OMS junto à Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês) classificaram toda radiação de radiofrequência (da qual os sinais de celular fazem parte) como "possivelmente cancerígena".

Comer legumes em conserva e usar talco em pó, por exemplo, é classificado com o mesmo nível de risco. Já a ingestão de bebidas alcoólicas e o consumo de carnes processadas é colocado numa categoria de risco maior.

Um relatório de toxicologia divulgado em 2018 pelo Departamento de Saúde dos EUA, citado por aqueles que têm receio em relação à nova tecnologia, mostrou que ratos machos expostos a altas doses de radiação de radiofrequência desenvolveram um tipo de tumor cancerígeno no coração.

Para este estudo, o corpo dos ratos foi exposto à radiação de telefones celulares durante nove horas por dia todos os dias durante dois anos, mesmo antes de nascerem.

Não foi identificada nenhuma associação com o câncer no caso das fêmeas ou camundongos analisados. 

Um cientista que participou da pesquisa afirmou que "a exposição usada nos estudos não pode ser comparada diretamente à exposição que os seres humanos são submetidos quando usam telefone celular", mesmo em relação a quem usa muito.

Frank De Vocht, que oferece consultoria ao governo sobre segurança de telefonia celular, diz que "embora algumas pesquisas sugiram uma possibilidade estatística de aumentar os riscos de câncer para quem usa muito (celular), até agora a evidência de uma relação causal não é suficientemente convincente para sugerir a necessidade de uma ação preventiva".

Há, no entanto, um grupo de médicos e cientistas que escreveram para a União Europeia pedindo a suspensão do lançamento da rede 5G.

As ondas de rádio são não ionizantes

A banda de onda de rádio - usada em redes de telefonia celular - não é ionizante, "o que significa que não tem energia suficiente para separar o DNA e causar danos celulares", afirma o pesquisador David Robert Grimes, especializado em câncer.

Nos níveis mais altos do espectro eletromagnético - ou seja, muito acima das frequências usadas pelos telefones celulares - há riscos claros de exposição prolongada à saúde.

Os raios ultravioletas do Sol se enquadram nessa categoria prejudicial à saúde e podem levar, por exemplo, ao câncer de pele.

Há limites rigorosos para exposição a níveis de radiação de energia ainda mais altos - como os exames de raios-X e raios gama -, que podem provocar efeitos nocivos no corpo humano.

"As pessoas estão compreensivelmente preocupadas com a possibilidade de elevar o risco de câncer, mas é crucial observar que as ondas de rádio são muito menos fortes do que a luz a que estamos expostos todos os dias", diz Grimes.

"Não há evidência confiável", diz ele, "de que os telefones celulares ou redes sem fio causem problemas de saúde."

Devemos nos preocupar com as antenas?

 

Sim, devemos. Segundo os pesquisadores, os abusadores de tecnologia são mais propensos a ter preocupações de saúde subjacentes, como depressão e ansiedade, e muitas vezes possuem comportamento impulsivo.
A frequência: a
 proporção de residências com TV via parabólica era de 26,9% em áreas urbanas e 70,5% na zona rural.
A Anatel planeja leiloar três 
frequências para o 5G: 3,5 GHz, com 200 MHz de capacidade; 2,3 GHz, com 100 MHz de capacidade; e as sobras da faixa de 700 MHz, com 10 MHz de capacidade. 

(Google-Correio Braziliense)

E os riscos de aquecimento?

Parte do espectro 5G permitido pelas diretrizes internacionais está dentro da faixa de micro-ondas.

As micro-ondas geram calor nos objetos pelos quais passam.

No entanto, nos níveis utilizados pelo 5G (e tecnologias móveis anteriores), os efeitos do aquecimento não são prejudiciais, explica o professor Rodney Croft, consultor da Comissão Internacional de Proteção contra Radiação Não Ionizante (ICNIRP, na sigla em inglês).

"O nível máximo de radiofrequência que alguém pode ser exposto pelo 5G (ou qualquer outro sinal em áreas comunitárias em geral) é tão pequeno que nenhum aumento de temperatura foi observado até agora."

Limites à exposição

O governo do Reino Unido diz que "embora seja possível haver um pequeno aumento na exposição geral às ondas de rádio quando o 5G for introduzido à rede existente, a expectativa é que a exposição geral permaneça baixa".

A faixa de frequência dos sinais 5G que serão introduzidos está dentro da banda não-ionizante do espectro eletromagnético e bem abaixo daqueles considerados prejudiciais pela ICNIRP.

"A exposição que o 5G vai gerar foi analisada em profundidade pela Comissão Internacional de Proteção contra Radiação Não Ionizante, e as restrições foram estabelecidas bem abaixo do menor nível de radiofrequência relacionada ao 5G que demonstrou ser nociva", destaca Croft.

A Organização Mundial da Saúde afirma que a exposição a frequências eletromagnéticas abaixo dos limites recomendados pelas diretrizes da comissão não parece ter nenhuma consequência conhecida sobre a saúde.

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@poa24hs

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