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Prisão

Guarda Municipal, presa na sexta-feira, 7, está ligada a outros crimes

Roubo em 2012 à casa de uma juíza em Ivoti gerou investigação contra a guarda municipal

10/02/2020 12h09Atualizado há 2 semanas
Por: Redação
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Uma agente da Guarda Municipal de Novo Hamburgo foi presa por policiais militares, no final da tarde desta sexta-feira, 7, no bairro Sol Nascente, em Estância Velha.

Os policiais descobriram que a guarda tinha um mandado de prisão expedido pela Justiça e realizaram diligências até que ela foi localizada. 

Ela entrou para a Guarda Municipal em 1992 e seguia na ativa. Ao ser abordada, a guarda municipal informou aos policiais militares que tinha conhecimento de que havia um mandado de prisão expedido contra si e não tentou reagir.

A acusada foi conduzida para a Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA) de São Leopoldo, onde foi apresentada para a autoridade de plantão e detida.

O Caso:

A guarda entrou no radar da polícia no final de 2012, depois que uma quadrilha de roubos, liderada pelo assaltante Daniel Júnior Fagundes conhecido como "Zé Gatão", assaltou a casa de uma juíza federal em Ivoti.

A guarda não teve participação no assalto, segundo a Polícia Federal, que investigou o caso, contudo, durante a investigação, os policiais identificaram dois números de telefones que circularam nas imediações da casa da magistrada no dia do assalto. Os telefones eram habilitados em nome do marido e do filho da agente.

Com base nas escutas telefônicas destes dois números foi que a Polícia Federal identificou o envolvimento da guarda municipal no tráfico de drogas. Ela também organizava a remessa de aparelhos celulares para a Penitenciária de Montenegro, onde o marido, assaltante de banco, cumpre pena.

Prisão foi feita no Sol Nascente

A prisão da guarda foi realizada por soldados da Patrulha Tático Móvel, a Patamo, da Brigada Militar estanciense.

Por volta das 17 horas de sexta (7), os policiais realizavam o patrulhamento pelo Sol Nascente quando passaram em frente a casa da acusada, na rua Novo Hamburgo, esquina com a Santa Rosa, e flagraram a agente em frente à residência.

Os policiais militares tinham conhecimento de que a acusada tinha um mandado de prisão e a abordaram. Ela confirmou que estava “pedida” e não reagiu. O mandado de prisão tinha validade até 2038, o que indica a gravidade do crime que cometeu. Ela foi conduzida à Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA) de São Leopoldo, e após ao presídio para o início do cumprimento da pena.

#poa24hs

 

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